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Paraná levará 100 estudantes da rede estadual para #intercâmbio na Nova Zelândia em 2021
Além de possibilitar o desenvolvimento da autonomia e aperfeiçoamento da língua inglesa na formação acadêmica em instituições de ensino estrangeiras, o Ganhando o Mundo tem como objetivo ampliar o repertório cultural durante a experiência de morar em outro país


A viagem ocorrerá no segundo semestre de 2021, desde que não haja restrições em razão da pandemia do novo coronavírus
As inscrições para o Ganhando o Mundo, do Governo do Estado, terminam no dia 15 de janeiro. Esse é um programa de #intercâmbio para estudantes de colégios estaduais criado pela Secretaria de Estado da Educação e do Esporte.

Iniciativa inédita, o programa vai levar nesta primeira edição 100 estudantes para a Nova Zelândia. A viagem ocorrerá no segundo semestre de 2021, desde que não haja restrições em razão da pandemia do novo coronavírus.

Além de possibilitar o desenvolvimento da autonomia e aperfeiçoamento da língua inglesa na formação acadêmica em instituições de ensino estrangeiras, o Ganhando o Mundo tem como objetivo ampliar o repertório cultural durante a experiência de morar em outro país.

“O Ganhando o Mundo é mais uma das diversas iniciativas pedagógicas que têm a missão de melhorar o nível de aprendizado dos estudantes paranaenses, nesse caso através de uma oportunidade incrível, que é a vivência em outro ambiente cultural”, diz o secretário Renato Feder.

Lançado no fim de 2019, o Ganhando o Mundo não aconteceu em 2020 devido à pandemia de Covid-19. O edital reforça que o programa vai acontecer no ano que vem, exceto se houver o fechamento de fronteiras e alteração do calendário escolar do país de destino.

O site www.ganhandoomundo.pr.gov.br vai reunir todas as informações e novidades do programa.

INSCRIÇÕES

As inscrições vão até 15 de janeiro, ao meio-dia. O processo pode ser realizado pela Área do Aluno e estão aptos a participar estudantes matriculados no 9° ano do Ensino Fundamental em 2020, e que em 2021 vão ingressar no Ensino Médio.

É preciso já estar matriculado na rede estadual para o ano que vem. Também é necessário ter cursado os anos finais do Fundamental (6º ao 9º ano) na rede pública do Estado e ter entre 14 e 17 anos e meio na data de embarque.

SELEÇÃO

A seleção dos intercambistas será pela média de notas e frequência. O estudante deverá ter média maior ou igual a sete (7,0) em todas as matérias e frequência maior ou igual a 85%.

Para chegar a pontuação final, serão somadas as médias de todas as disciplinas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) cursada em 2020 no 9º ano.

Serão duas etapas de seleção. A primeira para selecionar o melhor estudante de cada município do Paraná, chegando a 399 classificados. Na segunda etapa, então, serão escolhidos os melhores 100 entre todos os selecionados. 

INGLÊS

Para preparar melhor os estudantes selecionados, um curso de inglês via aplicativo será ofertado em parceria com as universidades estaduais vinculadas à Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

O curso vai acontecer ao longo do primeiro semestre de 2021 em formato autoinstrutivo, baseado em desafios que consideram a perspectiva da aprendizagem por vivência social e cultural. O curso tem, ao todo, seis módulos de 40 horas cada um, totalizando 240 horas.

DESPESAS

Os gastos com a documentação necessária para a viagem e itens essenciais durante o semestre letivo no exterior serão custeados pela Secretaria da Educação e do Esporte.

Os custos incluem emissão de passaportes e vistos, exames médicos e vacinas, passagens aéreas e terrestres, transporte, hospedagem, seguro viagem e saúde, além das despesas vinculadas à parte acadêmica, como taxa de matrícula, tradução juramentada da documentação escolar, mensalidade da escola, material didático e uniforme.

O intercambista também receberá uma ajuda de custo mensal de R$ 800. Serão seis parcelas da bolsa-#intercâmbio, sendo a primeira (bolsa-instalação) para cobrir despesas iniciais na chegada e as demais repassadas mês a mês.

NOVA ZELÂNDIA

Dividido em duas ilhas principais e outras menores no Oceano Pacífico, o país é um dos mais desenvolvidos e industrializados do mundo, com excelente índice de desenvolvimento humano e diversos outros indicadores entre os melhores do planeta, incluindo o Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes), no qual a nação figura entre as 15 primeiras.

Com quase 5 milhões de habitantes, menos da metade da população do Paraná, o terceiro maior país da Oceania tem o inglês como um de seus idiomas oficiais. Os outros são a Língua de Sinais Neozelandesa e o Maori, referente ao povo que já habitava a região antes da chegada dos europeus no século XVII.

Descoberta por holandeses e colonizada pelos britânicos a partir do século XVIII, a Nova Zelândia se tornou independente do então Império Britânico em 1907.

 

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Estudante da rede estadual é selecionado para intercâmbio nos EUA
Ryan Falcão Palheta participará do Programa Jovens Embaixadores

O estudante Ryan Falcão Palheta fará uma viagem nos Estados Unidos  
Manaus- O estudante Ryan Falcão Palheta, do Colégio Amazonense Dom Pedro II, será o representante do Amazonas na comitiva do Programa Jovens Embaixadores. Em janeiro de 2020, o aluno fará uma viagem para Washington, nos Estados Unidos, onde passará três semanas participando do intercâmbio.

O programa Jovens Embaixadores é uma iniciativa da Embaixada dos Estados Unidos que beneficia alunos brasileiros da rede pública de ensino. Entre as atividades do programa, o aluno participará de reuniões com autoridades do governo dos Estados Unidos e líderes comunitários; visitará escolas e projetos sociais; e participará de atividades de voluntariado.

Durante o intercâmbio, além de conhecer a cultura norte-americana, Ryan Falcão Palheta fará, também, uma apresentação sobre o estado em que mora, destacando, dentre outras características, seus aspectos históricos, culturais e potencialidades.

O estudante conta que as expectativas para a viagem são as melhores, em vista da responsabilidade de estar representando não só a escola, como, também, o Amazonas e o Brasil. “O intercâmbio nos proporciona ter um vasto conhecimento sobre a cultura, a política e a educação americana. Estou muito ansioso quanto à oportunidade de conhecer a Casa Branca e poder ter acesso a figuras políticas importantes do país”, afirmou. 

Ryan revela que um dos critérios para participar do programa era apresentar um projeto social. “Durante a minha estadia, devo expor a iniciativa da qual eu faço parte, esta intitulada de ‘Nova Jovem’, um projeto social que visa dar assistência a jovens em vulnerabilidade social e que necessitam de auxílio”, destacou.

Orgulho

De acordo com o gestor da instituição, David Martins, além de representar o Amazonas, Ryan Falcão Palheta levará o nome da Escola aos Estados Unidos.

“Enquanto gestor, vejo a importância do aluno em representar o Amazonas e a grande contribuição que a nossa escola teve nesse processo. Para a gente, é a maior satisfação ter em nosso quadro escolar um aluno com uma ótima iniciativa social, esforçado e determinado. O Ryan é um exemplo para todos os nossos outros estudantes, pois estimula os 1.300 alunos que temos na escola a acreditarem que também podem participar de programas como o Jovens Embaixadores, assim como de outras iniciativas”, disse.

Inscrição 

Conforme David Martins, a inscrição do estudante foi feita por meio site do próprio programa.

“A indicação aconteceu por meio de palestras recebidas no SENAC (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), estas ministradas pelo ICBEU (Instituto Cultural Brasil-Estados Unidos), escola de idiomas representante da embaixada norte-americana. A inscrição é aberta e os estudantes que foram selecionados passaram por um processo de avaliação rigoroso, sendo o aluno selecionado dentre estudantes de todo o Brasil”, contou o gestor.

Jovens Embaixadores

 Criado em 2002, o Programa Jovens Embaixadores busca beneficiar alunos brasileiros da rede pública de ensino que são exemplo em suas comunidades por meio de sua liderança, atitude positiva, consciência cidadã, excelência acadêmica, e conhecimento e fluência em Língua Inglesa.

Os candidatos devem ter um bom desempenho escolar e falar inglês, entre outros requerimentos.

*Com informações da assessoria 

 

 

 Descubra como conseguir bolsa de doutorado na Alemanha
Oportunidade são alunos que cursam doutorado e possuem bolsas concedidas pela Fapeam, no Amazonas e Capes. Os interessados têm até o dia 2 de dezembro para fazer a inscrição
 
Os interessados têm até o dia 2 de dezembro para fazer a inscrição  
Manaus - Alunos que cursam doutorado e possuem bolsas concedidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) ou Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) podem realizar intercâmbio científico na Alemanha.

Os interessados têm até o dia 2 de dezembro para fazer a inscrição e participar do programa do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD), que concede auxílio para estadias de pesquisa para estudantes de doutorado com bolsa no Brasil.

O objetivo do programa é viabilizar a permanência de estudantes brasileiros de doutorado em universidades, institutos de pesquisa, laboratórios ou bibliotecas na Alemanha para pesquisas específicas, relevantes para o desenvolvimento da tese de doutorado, por dois a seis meses, sem interrupção da vigência da bolsa cedida pela Fapeam.

A estadia será para o período de 1º de maio de 2020 a 31 de janeiro de 2021. Dentre os benefícios do programa por parte do DAAD estão auxílio mensal de EUR 650,00, auxílio para passagem aérea de EUR 1.575,00 (depositado na Alemanha junto com a primeira mensalidade do auxílio), seguro-saúde por parte da Fapeam, e manutenção da bolsa nacional sem alteração do valor e do prazo de duração. Vale destacar que esses valores podem sofrer alterações.

 Requisitos – Os candidatos devem contar com bolsa de doutorado da Capes e Fapeam, em modalidade que permita o afastamento para estudos no exterior por até seis meses sem interrupção de financiamento. O aluno deve estar com a matrícula regular no curso de doutorado em uma universidade brasileira. É necessário carta de recomendação do orientador brasileiro e aceite do orientador da instituição alemã.

 Quem já recebeu auxílio ou uma bolsa de doutorado sanduíche do DAAD pode se candidatar novamente, desde que não seja no ano de vigência da primeira estadia.  O doutorado não pode ter sido iniciado há mais de três anos, contando do momento da submissão da candidatura. No momento da inscrição, os candidatos não podem estar residindo há mais de 15 meses na Alemanha.

É necessário registrar-se no portal do DAAD online, escolher o programa 57378178 Co-financed Short Term Research Grant Brazil 2019 e fazer o upload dos documentos indicados. Após realizar o upload, é necessário enviar a versão impressa do formulário online e a carta de recomendação por correio para o Escritório Regional do DAAD no Rio de Janeiro.